Bem Vindos!

Bem vindo ao nosso blog! Como você já deve estar sabendo, agora esse nosso espaço pra sempre deixar algo para vocês: imagens, links de videos, textos, lista de exercícios, desafios e muita outras coisas que vocês vão gostar a bessa!

Mas esse espaço não é só do professores, é, na verdade, de vocês. Se vocês não vierem aqui, não derem sugestões, não participarem, isso aqui não vai valer a pena.E, olha, isso aqui dá um trabalhão! Então, se tiver uma ideia mt bacana, fale com a gente!

Bjks dos Professores da MPF!

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

(Extra) Doses Homeopáticas de Filosofia - Platão

Galera

Então, as doses voltaram. Se você fez todas e fizer a próxima, Aristóteles, podemos dizer que você sabe o básico do básico do pensamento filosófico. Basicamente toda filosofia, ao longo dos tempos, se desenvolveu usando as premissas dessas 4 caras.

Bem, sem mais delongas. Tarefa da semana.

1. Regras são as mesmas;

2. Exercício de fixação: compare e tente explicar a "Alegoria da caverna", texto de Platão e que está no final desse post, com o pensamento platonico.

3. Você com certeza já ouviu em "Amor Platônico", não é? Então, platônico vem de Platão. Já procurou descobriu o porquê?

Divirtam-se


Apresento aqui o texto completo referente à Alegoria da Caverna de Platão, esta é uma tradução de Enrico Corvisieri publicada na coleção “Os Pensadores”.
O diálogo é entre Sócrates e Glauco, escrito por Platão…
Sócrates – Agora imagina a maneira como segue o estado da nossa natureza relativamente à instrução e à ignorância. Imagina homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância, de pernas e pescoço acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o que está diante deles, pois as correntes os impedem de voltar a cabeça; a luz chega-lhes de uma fogueira acesa numa colina que se ergue por detrás deles; entre o fogo e os prisioneiros passa uma estrada ascendente. Imagina que ao longo dessa estrada está construído um pequeno muro, semelhante às divisórias que os apresentadores de títeres armam diante de si e por cima das quais exibem as suas maravilhas.
Glauco – Estou vendo.
Sócrates – Imagina agora, ao longo desse pequeno muro, homens que transportam objetos de toda espécie, que o transpõem: estatuetas de homens e animais, de pedra, madeira e toda espécie de matéria; naturalmente, entre esses transportadores, uns falam e outros seguem em silêncio.
Glauco – Um quadro estranho e estranhos prisioneiros.
Sócrates – Assemelham-se a nós. E, para começar, achas que, numa tal condição, eles tenham alguma vez visto, de si mesmos e dos seus companheiros, mais do que as sombras projetadas pelo fogo na parede da caverna que lhes fica de fronte?
Glauco – Como, se são obrigados a ficar de cabeça imóvel durante toda a vida?
Sócrates – E com as coisas que desfilam? Não se passa o mesmo?
Glauco – Sem dúvida.
Sócrates – Portanto, se pudessem se comunicar uns com os outros, não achas que tomariam por objetos reais as sombras que veriam?
Glauco – É bem possível.
Sócrates – E se a parede do fundo da prisão provocasse eco, sempre que um dos transportadores falasse, não julgariam ouvir a sombra que passasse diante deles?
Glauco – Sim, por Zeus!
Sócrates – Dessa forma, tais homens não atribuirão realidade senão às sombras dos objetos fabricados.
Glauco – Assim terá de ser.
Sócrates – Considera agora o que lhes acontecerá, naturalmente, se forem libertados das suas cadeias e curados da sua ignorância. Que se liberte um desses prisioneiros, que seja ele obrigado a endireitar-se imediatamente, a voltar o pescoço, a caminhar, a erguer os olhos para a luz: ao fazer todos estes movimentos sofrerá, e o deslumbramento impedi-lo-á de distinguir os objetos de que antes via as sombras. Que achas que responderá se alguém lhe vier dizer que não viu até então senão fantasmas, mas que agora, mais perto da realidade e voltado para objetos mais reais, vê com mais justeza? Se, enfim, mostrando-lhe cada uma das coisas que passam, o obrigar, à força de perguntas, a dizer o que é? Não achas que ficará embaraçado e que as sombras que via outrora lhe parecerão mais verdadeiras do que os objetos que lhe mostram agora?
Glauco – Muito mais verdadeiras.
Sócrates – E se o forçarem a fixar a luz, os seus olhos não ficarão magoados? Não desviará ele a vista para voltar às coisas que pode fitar e não acreditará que estas são realmente mais distintas do que as que se lhe mostram?
Glauco – Com toda a certeza.
Sócrates – E se o arrancarem à força da sua caverna, o obrigarem a subir a encosta rude e escarpada e não o largarem antes de o terem arrastado até a luz do Sol, não sofrerá vivamente e não se queixará de tais violências? E, quando tiver chegado à luz, poderá, com os olhos ofuscados pelo seu brilho, distinguir uma só das coisas que ora denominamos verdadeiras?
Glauco – Não o conseguirá, pelo menos de início.
Sócrates – Terá, creio eu, necessidade de se habituar a ver os objetos da região superior. Começará por distinguir mais facilmente as sombras; em seguida, as imagens dos homens e dos outros objetos que se refletem nas águas; por último, os próprios objetos. Depois disso, poderá, enfrentando a claridade dos astros e da Lua, contemplar mais facilmente, durante a noite, os corpos celestes e o próprio céu do que, durante o dia, o Sol e a sua luz.
Glauco – Sem dúvida.
Sócrates – Por fim, suponho eu, será o Sol, e não as suas imagens refletidas nas águas ou em qualquer outra coisa, mas o próprio Sol, no seu verdadeiro lugar, que poderá ver e contemplar tal como é.
Glauco – Necessariamente.
Sócrates – Depois disso, poderá concluir, a respeito do Sol, que é ele que faz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível e que, de certa maneira, é a causa de tudo o que ele via com os seus companheiros, na caverna.
Glauco – É evidente que chegará a essa conclusão.
Sócrates – Ora, lembrando-se da sua primeira morada, da sabedoria que aí se professa e daqueles que aí foram seus companheiros de cativeiro, não achas que se alegrará com a mudança e lamentará os que lá ficaram?
Glauco – Sim, com certeza, Sócrates.
Sócrates – E se então distribuíssem honras e louvores, se tivessem recompensas para aquele que se apercebesse, com o olhar mais vivo, da passagem das sombras, que melhor se recordasse das que costumavam chegar em primeiro ou em último lugar, ou virem juntas, e que por isso era o mais hábil em adivinhar a sua aparição, e que provocasse a inveja daqueles que, entre os prisioneiros, são venerados e poderosos? Ou então, como o herói de Homero, não preferirá mil vezes ser um simples criado de charrua, a serviço de um pobre lavrador, e sofrer tudo no mundo, a voltar às antigas ilusões e viver como vivia?
Glauco – Sou da tua opinião. Preferirá sofrer tudo a ter de viver dessa maneira.
Sócrates – Imagina ainda que esse homem volta à caverna e vai sentar-se no seu antigo lugar: não ficará com os olhos cegos pelas trevas ao se afastar bruscamente da luz do Sol?
Glauco – Por certo que sim.
Sócrates – E se tiver de entrar de novo em competição com os prisioneiros que não se libertaram de suas correntes, para julgar essas sombras, estando ainda sua vista confusa e antes que os seus olhos se tenham recomposto, pois habituar-se à escuridão exigirá um tempo bastante longo, não fará que os outros se riam à sua custa e digam que, tendo ido lá acima, voltou com a vista estragada, pelo que não vale a pena tentar subir até lá? E se a alguém tentar libertar e conduzir para o alto, esse alguém não o mataria, se pudesse fazê-lo?
Glauco – Sem nenhuma dúvida.








domingo, 12 de agosto de 2012

Avaliação Semanal #3 - Império Napoleônico

Trabalho Semanal #2 

Regras

1. Entrega até o dia 24/08, ou em folha de papel almaço identificado ou pelo email nelton.hist@gmail.com , com a turma na frente e o assunto "Avaliação Semanal #3

2. O Trabalho consiste em responder as perguntas abaixo, usando como base seu livro (no capítulo sobre Império Napoleônico) e mesmo a Internet.

3. Respostas copiadas da Internet serão zeradas.

4. Pode ser feito em até 3 pessoas, desde que uma tenha Internet.


Perguntas.

I. O que fez Napoleão ascender politicamente na França?

II. Explique como aconteceu o processo de expansão napoleônica?

III. Qual era o problema entre a França Revolucionária e a Inglaterra?

IV. O que foi o bloqueio continental?

V. Quais as principais inovações na França no Império Napoleônico?

VI. O que foi o "Código Napoleônico"?

VII. Como aconteceu a derrocada de Napoleão?

VIII. O que foi o Tratado de Versalhes de 1815? Quais suas principais propostas? Quem saiu beneficiado? 

(Extra) Doses Homeopaticas de Filosofia II - Sócrates

Galera 

Uma atividade extra para quem quiser. Nas imagens abaixo, há uma máxima filosófica e toda a explicação sobre ela, o contexto que a cerca e seu autor. A Atividade é bem simples: você deve lê-la e explicar em suas próprias palavras. Use e abuse de exemplos para explicar.


Regras para valer ponto


1. Essa atividade deve ser entregue até o dia 14/08 para o email nelton.hist@gmail.com (mudou o email, ATENÇÃO!)


2. No campo assunto você deve colocar a turma primeiro entre parenteses e a tal frase analisada. Exemplo (1803) "A Vida irrefletida não vale a pena ser vivida". Simples, não?


3. O SEU texto deve vir no corpo do email, ou seja, nada de anexar em word e etc.


4. Erros gramaticais serão avaliados. 


5. Caso você não consiga enviar por email, por algum motivo muito bem explicado, você pode me enviar no dia 19/08 em uma folha de papel almaço.


Para dar sequencia ao nosso passeio: Sócrates


E dessa vez tem um ponto extra plus bônus: explique mais sobre o método dialético de Sócrates. Dando exemplos!







Trabalho Bimestral - O Pensamento Marxista

Filhotes

Eis o trabalho bimestral de vocês, vamos falar em tópicos, para tentarmos ser o mais claro possível.

1. O Trabalho é em ATÉ 5 pessoas. Até 5 pessoas significa que pode ser feito individualmente, em dupla, em trio, quarteto, quinteto, mas sexteto de JEITO NENHUM. Sob nenhum hipótese! Nem adianta perguntar.

2. O Trabalho consiste em uma boa pesquisa, um bom estudo sob o pensamento marxista e, ao mesmo tempo, uma forma diferente e criativa de apresentá-lo. 

3. Por isso é obrigatório que, nesse grupo, as pessoas morem o mais próximo possível e pelo 1 pessoa tenha acesso a internet em casa.

4. O Trabalho deve ser entregue até o dia 06/09 as 23:59 para o email nelton.hist@gmail.com (se mandar para outro não irei aceitar). Não deixe para a última hora, pois se chegar um email as 00:01 do dia 07/09, eu já não recebo, ok?

5. Será avaliado: 1) Consistência do trabalho; 2) O quanto foi produzido com suas próprias palavras; 3) Qualidade do trabalho; 4) Capricho; 5) Criatividade (esse vale muito!)

Agora vamos ao que deve ser feito.

Nós estamos entrando num período decisivo da história humana, a do advento do Capitalismo como sistema socioeconômico predominante e do triunfo da Revolução Industrial. Isso não aconteceu sem críticas, e a principal dela está expressa no pensamento de Karl Marx, da qual suas ideias deram origem a outro sistema socioeconomico, o Comunismo, que, no século XX, chega a rivalizar com o capitalismo a hegemonia do mundo. O grande objetivo do trabalho é que você entenda as principais ideias desse carinha. Para isso, colocarei abaixo um "texto base" com as ideias marxistas, na qual você deve ampliar, desenvolve-la com clareza (ou seja, com suas proprias palavras), buscando outras fontes audiovisuais para entender melhor. Para ajudar, colocarei abaixo uma série de perguntas, uma espécie de "roteiro", na qual você optar por seguir ou não, responder todas as perguntas ou não, criar novas perguntas, enfim, a criatividade é de vocês.

1. Procurem destacar palavras que não conheciam, mostrando que buscaram seus significados e que agora as entendem.

2. Contextualize Karl Marx historicamente, mostrando um pouco da sua biografia, o período histórico que estava vivendo, e como isso influenciou em suas ideias. 

3. Exemplifique historicamente a afirmação de Marx de que "toda mudança histórica acontece como resultado de um conflito constante entre classes"

4. Quais as principais ideias contidas no "Manifesto Comunista", publicado em 1848?

5. Marx divide a sociedade agora entre Superestrutura e Infraestrutura. Quais são suas maiores diferenças.

6. Quais as principais diferenças entre essas duas correntes, a do Socialismo Científico e a do Socialismo Utópico?

7. Quais as principais críticas de Marx à sociedade capitalista?

8. Quais as principais críticas ao pensamento marxista?

9. Marx entende a religião como "ópio do povo". O que ele quis dizer com isso? 

10. Depois de analisar o pensamento marxista e a visão de seus opositores, produza critica e individualmente uma produção textual, na qual você se posicione e diga se concorda ou não com esse pensamento e quais partes você concorda e quais não concorda, usando argumento válidos e historicamente comprovados.

Eis o texto base. 










Peraí que a brincadeira não acabou... agora vem a parte tão importante quanto: a forma.

Ao invés de fazerem um cartaz ou em folha de papel almaço, quero que faça uma apresentação onde você misture essas informações em slides, onde podem ter vídeo, musicas, e etc. Ousem, sejam criativos, mas não se esqueçam que o conteúdo é mais importante. Isso pode ser entregue direto pra mim ou, melhor, postado no Youtube.

Não se esqueçam, aos engraçadinhos que acham que não vão fazer absolutamente nada que as 2 questões mais importantes da prova Bimestral, que é uma semana antes, será sobre esse tema. 

Divirtam-se.

N.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Avaliação #2 - Analisando um documentário

Filhotes

O trabalho dessa semana é bem legal. Essa semana estudamos o período Napoleônico e assistimos a alguns documentários "interessantes" sobre esse período.  Vai ser na análise desses desenhos que iremos ter nossa avaliação #2.

Regras

1. Essa avaliação deve ser me entregue por email ou em folha de papel almaço até o dia 15/08. Nem mais, nem menos.

2. Cuidado no Português.

3. Deve ser feito em, no máximo, duplas. Não adianta pedir para fazer trio ou quartetos. 


Vamos a tarefa

1. Veja o documentário abaixo, que está em 2 partes. 

2. Com base nas aulas que tivemos, você vai extrair os principais pontos, ao seu entender, do período napoleônico que merecem destaque.

3. Como e de que forma o período napoleônico "internacionalizou"  a Revolução Francesa?

4. "O contexto histórico do período Napoleônico foi crucial para a chegada da família Real no Brasil" - Explique essa frase, justificando com argumentos históricos.





terça-feira, 7 de agosto de 2012

(Extra) Doses Homeopáticas de Filosofia

Galera 

Uma atividade extra para quem quiser. Nas imagens abaixo, há uma máxima filosófica e toda a explicação sobre ela, o contexto que a cerca e seu autor. A Atividade é bem simples: você deve lê-la e explicar em suas próprias palavras. Use e abuse de exemplos para explicar.

Regras para valer ponto

1. Essa atividade deve ser entregue até o dia 14/08 para o email nelton.manoel@gmail.com, 

2. No campo assunto você deve colocar a turma primeiro entre parenteses e a tal frase analisada. Exemplo (1803) "O Homem é a medida de todas as coisas". Simples, não?

3. O SEU texto deve vir no corpo do email, ou seja, nada de anexar em word e etc.

4. Erros gramaticais serão avaliados. 

5. Caso você não consiga enviar por email, por algum motivo muito bem explicado, você pode me enviar no dia 15/08 em uma folha de papel almaço.

Para começar nossa sequencia de filosofia, vamos começar pelo básico: ARISTÓTELES.